Fairy Godmother




Sei que em breve serei madrinha. Ainda não sei se este ano, se para o próximo, se apenas daqui a alguns aninhos, mas sei que o vou ser, de um@ menin@ muito desejad@.
Godmother Goals
O ano passado uma amiga minha começou a dizer que o seu grande desejo era ser mãe. Eu nunca tive desses sonhos normais de menina “casar” “ter filhos” “uma casa só minha”, entre muitos outros. O único que me passava pela cabeça era mesmo o ter uma casa só minha, pois gosto de liberdade. Quando essa minha amiga disse que queria ser mãe o mais cedo possível, pensei que fosse da boca para fora, e que ela apenas estava a dizer aquilo porque acordou com vontade para tal. Mas a verdade é que hoje, passaram dois anos, e ela tem o mesmo desejo, apenas umas 50 mil vezes mais reforçado. Já sabe os nomes, cujo se for menina começará por C tal como o da mãe, avó, e etc. Já sabe o que vai comprar, onde, e a quanto fica. Já sabe quem quer que seja o pai, mesmo que não seja quem ela deseja, será parecido, disso não tenho dúvidas. Já começa a pensar nas despesas, e consequentemente em começar a juntar dinheiro para tal. Pode parecer doentio, e loucura. Ela tem 18 anos, e (ponho as mãos no fogo se for preciso) eu tenho a certeza de que ela daria uma ótima mãe, e que este tão desejado bebé, vem a caminho, seja quando for, mas quando chegar, vai ser amado a cada dia.
O porquê do título? Bem… Eu serei a madrinha. Seja menino, seja menina, esta minha amiga, que por sinal é uma GRANDE amiga, quer que eu seja madrinha d@ primeir@ filh@ dela. Ao inicio, quando ela me pediu, achei que, como a história do desejo de ter a pequena, fosse apenas coisa do momento. Mas mais uma vez, enganei-me (e ainda bem). Nestes dois anos aprendi muita coisa com esta minha amiga. Ela fez-me mudar de ideias bruscamente. Já penso em como será ter um filho, uma casa, um companheiro, entre muitas outras coisas. Por isso hoje digo que se a Baby C já era desejada pela futura mãe, neste momento tem outra pessoa que deseja conhecê-la, e muito. Comecei a habituar-me ao facto de que daqui a uns dias/meses/anos terei uma criança para tomar conta, e estar sempre lá para ela, e que acima de tudo, serei uma das pessoas em quem a mãe dela irá confiar mais para a deixar a passar uma noite (ou até mais). Se ao início me incomodava pensar nisso, neste momento não me importava de já a ter por aqui a correr de um lado para o outro. Sim, porque sei que uma madrinha não serve só para aparecer nos anos e no Natal para dar uma prenda, ou para te atualizar a lista de viagens que ela paga, ou seja o que for de bens materiais. Uma madrinha serve para lá estar quando ninguém está. Serve para acompanhar os seus primeiros passos na vida, tal como os pais. Serve também para dar concelhos, conversar… Entre muitas milhares de coisas. Ser madrinha é estar lá para amparar as quedas. É contar histórias para adormecer, e consequentemente abrir os estores quando já estás atrasad@ para a escola. É ser como uma segunda mãe. É um amor eterno. Ser madrinha é ser/fazer uma série de coisas. E com isto digo, até pode dar muito trabalho, mas serei uma madrinha babada.


Batizado



Primeiro gatinhar


Primeiros passos


Primeira sopa


Primeira fruta


Primeiros dentinhos


Primeiro Sorriso


Primeira gargalhada


Primeira palavra


Primeiro banho


Brincadeiras





Camisolas personalizadas



Idas ao parque



A pulseirinha de ouro


E muitos outros




Ainda não nasceste e já tens um espaço reservado na cantinho do coração de muita gente.



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